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5 maneiras de lidar com a pressão em vestibulares

Durante o período pré-vestibular é muito comum que os estudantes manifestem sentimentos de ansiedade e insegurança. O estresse causado por uma intensa rotina de estudo e as demandas do cursinho pré-vestibular são, muitas vezes, causa de grande preocupação entre os pré-vestibulandos. É compreensível que esses sentimentos surjam, afinal não é fácil passar horas fazendo exercícios, renunciar a certas atividades de lazer, ter muitas aulas em sequência, sentir-se pressionado e repleto de dúvidas, medos e inseguranças. Segundo a psicóloga do Curso Anglo, Mayra Temperine: “O ano de vestibular é um ano de intenso trabalho intelectual, portanto, muito cansativo. E mesmo o aluno mais dedicado não tem garantias de que seus estudos resultarão em aprovação”. Por isso, não devemos negligenciar a importância da saúde mental durante esse período. 

Do mesmo modo, é muito importante aprendermos a lidar com sentimentos aflitivos para que a concentração e o foco nos estudos não sejam afetados, além de servir para manter a qualidade de vida, já que esses sentimentos também podem se manifestar fisicamente, como dores no corpo e de cabeça. Pensando nisso, separamos algumas dicas para você aprender a lidar melhor com a pressão dos estudos, de forma a manter uma rotina de estudo saudável e produtiva, principalmente para aqueles que cursam o semi-intensivo, que exige uma rotina de estudos mais dinâmica. 

Se você quiser saber mais sobre como colocar em prática dicas para se concentrar nos estudos, vem com a gente! 

 

Como lidar com a pressão dos estudos? 

Cobrança de familiares, autocobrança, competitividade e comparação com outros estudantes são fatores que afligem a saúde mental de grande parte dos estudantes de cursinho pré-vestibular. É importante ter em mente que não basta apenas manter uma rotina de estudo regrada e os conteúdos das matérias em dia, é preciso cuidar da saúde mental para garantir que aspectos emocionais não comprometam seu desempenho no momento da realização das provas. Mais do que isso: ninguém merece viver em constante tensão, certo? A saúde física pode ser comprometida por esse tipo de sentimento. Por esse motivo, separamos 5 dicas práticas sobre como você pode amenizar esses sentimentos  

  1. Valorize sua trajetória e tudo o que você já construiu: os sentimentos aflitivos, muitas vezes, são desencadeados por percepções negativas que temos a respeito de nós mesmos. Por isso, é importante que você também reconheça suas conquistas e todo o empenho que você dedicou ao longo de sua trajetória escolar. Pense a respeito de tudo o que você já realizou, das boas notas que já tirou ou dos elogios que recebeu de colegas ou de professores. Isso te ajudará a ter uma percepção mais realista acerca de si mesmo, e afastará — ainda que momentaneamente — sentimentos ruins.  
  2. Mantenha o foco no agora: preocupações a respeito do futuro são comuns, principalmente durante o período de um cursinho pré-vestibular, quando estamos diante de provas importantes. Mas, entenda, é importante que você não deixe que a preocupação excessiva sobre o futuro o prejudique. Uma das melhores formas de controlar a ansiedade é focar no presente, no aqui e agora. Sempre que você perceber que está se preocupando demais com possíveis cenários futuros, como não ser aprovado nos vestibulares, foque no momento presente e no que pode ser feito no agora. Práticas como meditação e “mindfulness” são duas valiosas dicas para se concentrar nos estudos que podem te ajudar a manter o foco no presente. 
  3. Seja consciente acerca de suas emoções: durante a correria do dia a dia, muitas vezes sequer prestamos atenção ao que estamos sentindo. Por essa razão, é importante perceber os momentos em que estamos estressados, ansiosos ou angustiados. Quando observamos nossas emoções, conseguimos entender melhor quais são suas causas e podemos avaliar se são válidas ou não. Por exemplo, você percebe que está inquieto ao tentar redigir uma redação e começa a ficar ansioso por pensar que é incapaz de escrever? Será que essa é uma concepção verídica sobre si mesmo? Certamente você já escreveu muitos textos na vida e esse é só mais um. Ao avaliar a validade ou não de um pensamento que gera certo tipo de sentimento, você poderá se surpreender ao perceber o quanto nos autossabotamos.
  4. Reserve um tempo para você: manter uma rotina de estudo é muito importante para garantir um bom desempenho nas provas, principalmente para aqueles que optaram pela modalidade de cursinho semi-intensivo, que exige maior foco para acompanhar os conteúdos. Mas não adianta manter uma rotina regrada se você não dedica um tempo de qualidade para você. É preciso também que você cuide de sua saúde e bem-estar, por isso é importante relaxar e não deixar de fazer algo de que você goste. Praticar exercícios físicos, cuidar do seu sono, manter uma alimentação balanceada e ter momentos de lazer é crucial para o processo de aprendizagem. Lembre-se, corpo são, mente sã!
  5. Aprenda a identificar seus limites e saiba quando procurar ajuda profissional: alunos de curso como o semi-intensivo podem vivenciar momentos de tensão por conta da rotina de estudos mais puxada. Por isso, caso você perceba que a sensação de cansaço já se tornou extrema fadiga ou se a desmotivação e ansiedade forem recorrentes, de modo a prejudicar sua rotina, é importante procurar ajuda profissional ou consultar um psicólogo.  

 

Esperamos que essas dicas para se concentrar nos estudos, a partir de um olhar mais cuidadoso para sua saúde mental, tenham sido úteis e que possam o ajudar, seja você um aluno de modalidade semi-intensivo ou extensivo. Respire fundo e bons estudos! 

 

Até mais! 

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5 mitos sobre a redação do Enem

Quase todo estudante em fase pré-vestibular já se perguntou em algum momento como ser bom em redação ou como fazer uma redação nota mil no Enem. Muitos pensam que essa tarefa é praticamente impossível e que escrever bem exige dons quase sobrenaturais. Não é incomum que, após os períodos de provas, os candidatos que tiraram nota máxima em redação concedam entrevistas para grandes jornais dando dicas sobre a escrita e disponibilizando o texto produzido para a prova como um dos exemplos de textos dissertativos argumentativos que obtiveram destaque. Ao ler esses textos, muitos candidatos se comparam com os autores e se assustam ao constatar que talvez suas produções estejam pouco distantes do modelo ideal.  

 

Em contrapartida, por mais que a redação possa parecer algo muito difícil, é preciso que você desconstrua a ideia de que a redação nota mil é algo praticamente inalcançável. Esse é um dos principais mitos sobre a redação do Enem. Se você quiser saber como ser bom em redação, o que a prova exige e quais são os mitos a respeito da redação do Enem, continue a leitura! 

 

Quais são os mitos sobre a redação do Enem? 

O primeiro grande mito sobre a redação do Enem – ou sobre como ser bom em redação de um modo geral – já mencionamos acima: é a crença de que jamais seremos bons o suficiente para redigir uma redação nota mil. Isso é algo que inventamos para nós mesmos, porque qualquer pessoa é capaz de produzir um bom texto desde que treine a própria escrita com constância. Confira outros principais mitos sobre a redação do Enem: 

  1. É necessário citar pensadores famosos para obter nota máxima 
    Por mais que um dos critérios de avaliação do Enem, sobre o qual falaremos mais adiante, realmente exija que você inclua um repertório sociocultural diversificado em seu texto, não existe uma regra específica de qual seja esse repertório. Isto é, não existe um conteúdo superior a outro, ou preferível. Desde que o repertório que você escolheu incluir no seu texto tenha relação com a proposição temática e, também, com seus argumentos, ele é válido. A grande questão é que, de fato, nos exemplos de textos dissertativos argumentativos considerados ideais, muitas vezes aqueles tais pensadores acabam aparecendo. Por outro lado, incluí-los em seu texto não é obrigatório e nem garantirá nota máxima.
  2. Existe um número certo de parágrafos 
    Com a finalidade de sistematizar a estrutura do gênero dissertativo argumentativo, muitos professores sugerem que o texto do Enem tenha 4 parágrafos. A ideia é que os parágrafos sejam divididos dessa forma para que as três partes do texto (introdução, desenvolvimento e conclusão) fiquem bem demarcadas. Entretanto, essa não é uma regra, nem um critério que será avaliado. A única penalização com relação à estrutura acontece quando o candidato redige um texto de um único parágrafo (monobloco), mas mesmo esses textos não são desclassificados apenas pela estrutura. Assim, a redação pode ter três, quatro ou até mesmo cinco parágrafos, desde que as ideias estejam articuladas de modo coerente.
    O ponto fundamental quanto à estrutura de um texto, levando em conta exemplos de textos dissertativos argumentativos exemplares, segue um padrão: tese clara, desenvolvimento coerente com ela e uma conclusão que amarre as duas partes, ou seja, que mostre como aquilo que foi dito no início (tese) realmente pode ser deduzido ou comprovado por meio dos argumentos apresentados, independentemente do número de parágrafos.
  3.  É proibido criticar o governo 
    Outro mito bastante comum é a ideia de que é proibido criticar o governo. Na realidade, o manual do candidato do Enem aconselha que a redação não seja exclusivamente um manifesto ou panfleto político favorável ou contrário a algum governo. Isso não significa que seja proibido tecer críticas ao governo, a governantes nem a instituições, desde que essa crítica seja fundamentada e esteja relacionada à sua argumentação. Há diversos exemplos de textos dissertativos argumentativos que obtiveram nota máxima que tecem críticas pertinentes e bem fundamentadas. Considerando isso, você tem liberdade para apontar erros do governo e mostrar como essas falhas podem ser minimizadas, propondo intervenções para esses problemas.
  4. É proibido usar conteúdo dos textos motivadores 
    Outra preocupação para redigir uma redação nota mil está relacionada com a escolha dos repertórios que serão utilizados para fundamentar a argumentação. Muitas vezes, os candidatos pensam que há alguma proibição em relação ao uso de informações contidas nos textos motivadores. Seu texto deve ser, de fato, autoral, mas isso não significa que você não possa usar informações da coletânea de maneira alguma. É preciso ter cautela para não copiar ou parafrasear argumentos, de modo a garantir que seu texto esteja autoral e não seja penalizado por cópia dos textos motivadores. Entretanto, é perfeitamente possível que você inclua dados ou informações contidas na coletânea de textos para auxiliar outros repertórios socioculturais que esteja utilizando em sua argumentação.

 

E você sabe o que não pode citar na redação do Enem? No próximo tópico, há algo muito importante sobre isso. Acompanhe! 

 

O que não pode citar na redação do Enem? 

Já que agora você já sabe quais são os mitos sobre a redação do Enem e o que pode fazer no seu texto, é importante destacar o que não citar na sua redação do Enem. Uma das respostas para o questionamento: como ser bom em redação? consiste também em conhecer, também, o que não deve ser feito, a fim de garantir uma boa nota.  

Em seu texto, você jamais deve ferir os direitos humanos. Propor censuras, restrição do acesso à informação, encarceramento em massa, qualquer tipo de discriminação que fira a dignidade humana ou a igualdade de direitos. Propostas de intervenção dessa natureza são penalizadas ou podem até mesmo zerar a nota da sua competência 5. Argumentos pautados em crenças religiosas e que ferem a laicidade do Estado também são penalizados, pois não são argumentos que levam em consideração a diversidade de religiões ou convicções da sociedade de modo geral. 

 

Para entender os critérios de correção da redação do Enem, leia o texto “Enem: quais são as 5 competências cobradas na redação?”. Esperamos que, após a leitura deste texto e da nossa sugestão, você tenha entendido como ser bom em redação 

Até mais! 

Redação: termos e expressões que você deve evitar!

Escrever uma redação nota mil na prova do Enem pode parecer uma tarefa difícil para alguns estudantes. Por essa razão, ao longo do ano, quando os candidatos estudam os tipos de redação cobrados nos vestibulares, é comum que tenham contato com modelos de redação consideradas ideais.  

 

Os exemplos de redações modelares são um bom parâmetro para se entender qual a melhor forma de redigir a redação do Enem. A partir desses exemplos de redações, é possível identificar quais as características de um bom texto e qual a linguagem empregada nesses tipos de redação. Basear-se nesses exemplos pode ser uma excelente maneira de desenvolver uma boa redação. Em contrapartida, para garantir a escrita de uma redação nota mil é preciso saber também o que não devemos fazer.  

 

Quer saber quais são os termos e expressões que você deve evitar na sua redação do Enem? Então, confira as dicas que preparamos para você! 

 

O que se deve evitar em uma redação? 

Ao escrever uma redação, é importante ter em mente que a escolha de palavras pode ser sua aliada ou sua adversária. Nos modelos de redação que obtiveram nota máxima no Enem, é possível perceber que termos e expressões considerados clichês ou de senso comum quase nunca são empregados. Assim, é nítido que a escolha por termos inadequados interfere na coesão e compreensão do texto a ser avaliado.  

 

Os termos clichês não somente podem interferir no critério de norma culta, pois podem ser considerados coloquialismos, como também comprometem os indícios de autoria. O Enem preza pela originalidade do texto, portanto, é importante que essa originalidade também esteja explícita nas escolhas lexicais.  

 

Pensando nisso, é relevante que os estudantes estejam atentos a alguns termos e expressões muito recorrentes e aparentemente inofensivos, mas que podem comprometer a qualidade da redação. Para que você faça uma boa redação do Enem, que possa ser avaliada como uma redação nota mil, separamos aqui uma lista de expressões que devem passar bem longe do seu texto:  

 

 

  1. “Atualmente”, “Na atualidade”, “Nos dias atuais” e “No mundo de hoje”Essas quatro expressões são extremamente comuns e aparecem em grande parte dos textos. Precisamente por essa razão, não é recomendável que você as utilize. Ao utilizá-las, seu texto fica pouco autoral por conter termos de senso comum. Além disso, ao usar expressões como “atualmente” o candidato pode formular uma frase pleonástica. Por exemplo: “Atualmente, o Brasil está enfrentando uma crise.” O verbo “está”, no presente do indicativo, já indica uma circunstância no tempo presente. É possível, porém, utilizar “atualmente” em casos de transposição temporal, quando há comparação com o passado. De qualquer forma, para fugir do senso comum, é possível substituir essas expressões de noções temporais por outras. Em um exemplo de redações nota mil é possível observar uma substituição bastante interessante, que foge do senso comum atrelado a essas expressões: “No livro “Admirável mundo Novo”, é retratada uma realidade distópica na qual o corpo social padroniza-se pelo controle de informações e traços comportamentais. A obra fictícia, em uma primeira análise, diverge substancialmente da realidade contemporânea […]”.

     

  2. “Desde os primórdios da humanidade”, “desde épocas remotas” Estruturas como essas são generalistas, ou seja, não são precisas em relação àquilo a que se referem, e por isso devem ser evitadas.  Dessa forma, é recomendável que você seja mais específico, indicando o século ou o ano de determinado acontecimento. Um bom recurso comumente contido em modelos de redação que obtiveram boas notas é sempre demarcar o tempo com eventos específicos. Ao invés de expressões generalistas, você pode dizer “desde o fim da Revolução Industrial”, por exemplo.

     

  3.  “Como se sabe”, “É de conhecimento geral” Outros exemplos de expressões generalistas, que comumente são empregadas como tentativas de tornar uma argumentação mais consistente, têm relação com a pressuposição de que algo é claro para todos. Se de fato a informação apresentada for dessa natureza, o argumento empregado pode se tratar de um senso comum. Por isso, foque em argumentos específicos, inovadores e que estejam embasados em dados concretos e/ou problemas reais.

     

  4.  “Precisamos nos conscientizar” Na hora de formular a proposta de intervenção, muitos candidatos apresentam como solução a “conscientização” da população acerca de determinado problema. Apesar de ser uma solução que é considerada válida na proposta de intervenção, essa expressão também aparece com muita frequência. Desse modo, ela compromete a originalidade da sua proposta, além de ser uma solução extremamente vaga e nada efetiva, o que pode impactar negativamente a sua nota no critério de argumentação. Nos modelos de redação que obtiveram nota máxima essa expressão quase nunca é encontrada. Portanto, procure aboli-la de sua proposta de intervenção.

     

  5.  “Segundamente” e “Analogamente” 

    Essas expressões não devem ser utilizadas em seu texto unicamente pelo fato de serem termos não dicionarizados no português brasileiro. Ao incluí-las em sua redação, você poderá perder pontos no critério que avalia o uso adequado da norma padrão. 

É importante destacar que os tipos de redação variam muito de acordo com os vestibulares e uma das particularidades do Enem é a exigência do uso adequado de coesivos sintáticos, que são considerados parte importante da argumentação. Além disso, o senso comum em qualquer redação pode prejudicar o seu desempenho, então, vale riscar de todos os seus textos essas expressões. Nós, do Anglo, esperamos que essas dicas possam ajudar sua prática de redação do Enem, de modo que você consiga redigir uma redação nota mil 

 

Até mais! 

Curso Extensivo vs Semi: qual é a diferença?

Antes de escolher a modalidade de cursinho que garanta uma boa preparação para o vestibular, um questionamento bastante comum entre os pré-vestibulandos no momento de realizar a matrícula é: quais são as diferenças entre o cursinho extensivo e semiextensivo 

A primeira grande diferença entre essas duas modalidades tem relação com o tempo de duração. O semiextensivo é um curso semestral e geralmente conta com uma revisão intensiva realizada nas últimas semanas antes dos principais vestibulares. Já o cursinho extensivo é um curso anual e tem duração de 40 semanas.  

A segunda diferença significativa tem relação com o modo de aprofundamento dos conteúdos. No cursinho extensivo, por exemplo, você tem um tempo maior para fixar os conhecimentos aprendidos ao longo das aulas e por essa razão não precisa “correr” com os conteúdos. Assim, há mais tranquilidade para garantir uma boa preparação para o Enem e outros vestibulares. 

Para saber mais a respeito das diferenças entre o cursinho extensivo e semiextensivo a fim de escolher a melhor opção para você, não deixe de conferir as informações que preparamos a seguir! Vamos lá? 

 

Qual o melhor curso, extensivo ou intensivo? 

Como já sugerido pelo nome, o curso intensivo é aquele que demanda mais dedicação e foco dos alunos por ter uma intensidade maior com relação ao conteúdo e à duração. Esse modelo é mais concentrado, tendo um tempo menor de duração, embora os conteúdos estudados sejam os mesmos do semiextensivo e do cursinho extensivo. A despeito disso, para quem busca uma adequada preparação para o vestibular, o intensivo não representa perda alguma em termos de conteúdo, uma vez que também contempla todas as matérias exigidas pelos vestibulares. Esse modelo de curso é mais indicado para aqueles estudantes que disponham de um tempo diário maior para se dedicar aos estudos e/ou que já fizeram cursinho antes e/ou que conseguem obter um bom desempenho em quase todas as matérias, precisando apenas de uma revisão de conteúdo.
 

Já o curso extensivo, por possuir um tempo de duração maior, possibilita ao aluno uma rotina de estudos um pouco mais branda, já que os estudantes possuem mais tempo para assimilar os conteúdos transmitidos em aula. Além disso, essa modalidade é mais vantajosa para aqueles que não têm tanto tempo disponível para estudar, pois os conteúdos são transmitidos de forma mais progressiva. Esse modelo também é recomendado para os candidatos que buscam um pouco mais de tranquilidade durante o ano de estudos, ou que não conseguem manter um ritmo regular de estudos por conta própria. 

Agora que você já sabe a diferença entre um cursinho extensivo e intensivo, precisa entender como escolher entre o extensivo e o semiextensivo. Continue a leitura para tomar a melhor decisão antes de se matricular! 

 

Como escolher entre extensivo ou semi? 

Para escolher de modo assertivo entre essas duas modalidades, é preciso que você considere dois principais aspectos: seu nível de preparação, suas prioridades e seus objetivos. Caso você opte por prestar o vestibular para um curso muito concorrido como medicina, o ideal seria fazer um cursinho extensivo, pois você estudará os conteúdos de forma bem mais detalhada e durante um período bem mais longo, que será benéfico também para poder consultar com calma os plantões de dúvidas para tornar ainda mais completo o seu aprendizado. Outro ponto a considerar é se você possui lacunas de formação e, também, precisa relembrar conteúdos do Ensino Médio de que não se lembra, o que torna ideal fazer um extensivo. Além desses pontos citados, caso você também possua muita dificuldade em escrever uma boa redação, a qual é uma parte importante da preparação para o Enem, é interessante fazer um curso extensivo, pois você terá mais tempo para aprimorar a sua escrita.  

 

Já o semiextensivo e o intensivo se pautam por uma maior agilidade na exposição de conteúdos. Por outras palavras, são opções indicadas para aqueles alunos que necessitam apenas de uma revisão de conteúdos, ou mesmo de uma rápida sistematização do que já têm estudado há muito tempo – de um gás! – para o desafio do vestibular que se aproxima (no caso do intensivo). Se você terminou o Ensino Médio no ano passado, já fez cursinho em anos anteriores ou tem conseguido estudar por conta própria os conteúdos dos principais vestibulares de modo sistemático e disciplinado, então o intensivo foi feito para você! Se, porém, você estiver há algum tempo longe dos estudos, se você traz muitas lacunas de formação do Ensino Médio, ou se não tem conseguido encontrar tempo para estudar para aquele curso tão sonhado, então é melhor pensar em fazer um extensivo, sem dúvidas será a sua melhor escolha.
 

O mesmo raciocínio se aplica à preparação para o Enem. Se você tem prestado o exame regularmente nos últimos anos ou tem conseguido estudar com disciplina, então você pode optar pela preparação para o vestibular com um curso intensivo. Já se você está com dificuldades de organização ou mesmo sente que ainda há várias lacunas de formação, com certeza a melhor forma de preparação para o Enem , no seu caso, será o semiextensivo ou o extensivo. 

 

Qualquer que seja sua escolha, você sempre contará com todo o apoio da equipe Anglo. Dispomos de professores formados nas melhores faculdades do país e rigorosamente selecionados, de modo que você possa ter não só as melhores aulas, mas também todo o suporte nesse momento decisivo e que causa tanta ansiedade! Estamos sempre empenhados em fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que você possa se preparar para as provas e prestar o exame que preferir sempre com o máximo possível de tranquilidade e de segurança a fim de alcançar o seu objetivo tão sonhado. Depois de se matricular na modalidade de cursinho pré-vestibular mais indicada ao seu perfil de estudante, volte para ler mais textos que o auxiliarão durante toda a sua jornada de vestibulando. 

 

Até mais! 

letras de madeira

Variações linguísticas: o que são, tipos, exemplos

Uma das características das línguas é o dinamismo, isto é, o conjunto de transformações constantes que ocorrem nos mais variados idiomas em razão de fatores como convenções sociais, momento histórico, contexto ou região em que um falante ou grupo social se insere. Com relação a mudanças históricas na língua portuguesa, é possível citar como exemplo o pronome de tratamento “Vossa Mercê”, que sofreu diversas alterações ao longo do tempo: “vosmecê”, “você” até chegarmos ao “cê”.  

Além dessas mudanças que ocorrem ao longo do tempo, as variações da língua também estão relacionadas com o espaço geográfico. O Brasil é um país de proporções continentais e, por esse motivo, extremamente diversificado quando falamos de etnias e culturas. Com relação aos usos da língua portuguesa, não poderia ser diferente: ao viajar por nosso país, é possível conhecer uma imensa variedade de palavras e de modos de falar. A diversidade de formas de se expressar em um determinado idioma é o que chamamos de variante linguística 

Devido ao fato de esse ser um tema recorrente em muitas provas de vestibulares, conhecer os tipos de variedades linguísticas é fundamental para que você não só compreenda os diferentes modos de se expressar em determinado idioma, como também os processos por meio dos quais essas variações são constituídas. Se você quer saber melhor quais são os tipos de variedades linguísticas, não deixe de ler este texto até o final!  

 

Quais são os tipos de variação linguística? 

Uma vez que as línguas possuem forte caráter dinâmico, um padrão para cada língua foi convencionado de forma que existisse um formato que, teoricamente, fosse compreendido entre todos os falantes. Assim surgiu a variante linguística denominada “norma culta” ou “norma padrão”, que não deixa de ser um dos exemplos de variações linguísticas.  

Essa variante foi estabelecida de acordo com o que era considerado o “bem falar” por gramáticos e a partir de textos escritos. Escritores como José de Alencar e Machado de Assis, por exemplo, além de outros autores do século XIX, foram importantes para a criação de uma convenção de escrita do português brasileiro. A norma culta é a variante de mais prestígio na sociedade, mas é preciso que as demais sejam reconhecidas, pois também cumprem sua principal função que é de estabelecer uma comunicação efetiva entre os falantes de determinada língua.  

Agora que você já sabe que a “norma padrão” é uma variante linguística, confira outros tipos de variedades linguísticas: 

  1. Variantes linguísticas diatópicas (geográficas): são as variedades linguísticas que sofrem forte influência do espaço geográfico ocupado pelo falante. Podemos citar como um dos exemplos de variações linguísticas diatópicas no âmbito do vocabulário, o tubérculo que — a depender da região do Brasil —pode ser designado “aipim”, “macaxeira” ou “mandioca”. Há também alterações com relação ao sotaque, uma vez que pessoas podem pronunciar certas palavras ou fonemas (sons) de modo particular.

  2. Variantes diacrônicas — históricas: são variedades linguísticas que eram empregadas no passado, mas que ou caíram em desuso, ou são mais raras nos dias de hoje. Esse tipo de variante pode ser percebido por meio dos arcaísmos — palavras ou expressões que caíram em desuso com o decorrer do tempo. As mesóclises (“fá-lo-ia”, isto é, “eu o faria”), que hoje praticamente ninguém mais usa ao falar ou ao escrever, são exemplos de variante linguística diacrônica.

  3. Variantes diastráticas — sociais: as variações diastráticas podem ser definidas como aquelas variantes linguísticas determinadas pelos diferentes modos de falar de grupos sociais formados pelos falantes da língua. Os grupos sociais são heterogêneos uma vez que detêm conhecimentos, vivências e costumes muito diferentes. Assim, é perfeitamente normal que exista também um modo particular de comunicar-se. Em determinadas situações de fala, somente quem faz parte de determinado grupo social é capaz de compreender a variante falada por ele em sua totalidade. Os jovens youtubers, por exemplo, possuem um vocabulário diferente daquele empregado por médicos, que por sua vez não se comunicam de modo similar aos advogados. É possível afirmar, portanto, que essa variante tem relação com o modo de falar de grupos sociais que possuem características em comum como idade, classe social, nível de escolaridade, profissão, religião, gênero, sexualidade etc.

  4. Variantes diafásicas – situacionais: provavelmente você não vai à praia de terno e gravata e vestido de gala, não é mesmo? O mesmo acontece com uma situação de comunicação: seu modo de falar pode variar conforme o contexto. Situações mais formais requerem uma linguagem mais formal, ou seja, é incomum que pessoas empreguem gírias em entrevistas de emprego ou que falem de modo extremamente formal entre família e amigos. É isso que chamamos de variantes diafásicas: são variantes que estão subordinadas a um determinado contexto social e a uma situação em que o falante se encontra.  

 

A seguir, você entenderá como diferenciar variante linguística de preconceito linguístico, algo que muitas estudantes confundem e, por isso, acabam se prejudicando nos exames de vestibular. Continue a leitura para não cometer esse deslize! 

 

Quais são as diferenças entre variante linguística e preconceito linguístico? 

 

Além das variantes, o preconceito linguístico também é um tema recorrente em provas como o Enem e a Unicamp. Mesmo que nossa língua possua os mais diversos tipos de variedades linguísticas, algumas dessas variações são tomadas como mais prestigiosas do que outras por determinados falantes.  

Certos grupos sociais das regiões Sul e Sudeste do Brasil, por exemplo, consideram que modos de falar próprio do interior de estados como Minas Gerais ou São Paulo podem ser alvo de deboche, porque classificarem como imperfeitos, fora de moda ou mesmo tidos por errôneos em relação às variantes usadas nas capitais.   Quando o juízo sobre se um uso linguístico está correto ou não se transforma em julgamento de caráter sociocultural contra alguém ou algum grupo de falantes, então temos a configuração de preconceitos linguísticos. 

Dessa forma, o preconceito linguístico está fortemente relacionado com as variações linguísticas, uma vez que a partir dele surge um julgamento que considera determinadas manifestações linguísticas supostamente superiores. Entretanto, é preciso ressaltar que todas as variações são aceitas e nenhuma delas é superior ou deve ser considerada a mais correta. 

Nós, do Curso Anglo, esperamos que esses exemplos de variações linguísticas o ajudem a compreender melhor o que são variantes linguísticas, como elas ocorrem naturalmente e por que é tão importante se precaver contra preconceitos linguísticos. 

Até mais!

Bye

Como estudar para o Enem com filmes?

Já pensou em aliar estudos com entretenimento? O Enem 2022 está chegando e por mais que a preparação para essa prova do Enem não pareça ser tão leve e divertida na maioria das vezes, é possível ganhar um bom repertório para a sua redação, por exemplo, com filmes bons para o Enem.  

Você certamente já percebeu que muitos de seus conhecimentos foram adquiridos ao ter contato com atividades extraclasse. Nesse sentido, documentários, séries e filmes podem ser excelentes aliados para estudar e ao mesmo tempo aliviar a tensão.  

Portanto, se você quer diversificar os seus modos de estudos e aprofundar seus conhecimentos a respeito de temas importantes, aproveite seu momento de entretenimento para adquirir conhecimentos. E nós explicaremos como isso será possível. Acompanhe! 

Como estudar com filmes e séries? 

A prova do Enem costuma cobrar um repertório sociocultural e um bom conhecimento de mundo dos estudantes, e certamente no Enem 2022 não será diferente. Por essa razão, é importante ter sempre em mente que os conhecimentos adquiridos vão muito além do que é transmitido em sala de aula ou do que está nas apostilas. São exemplos de preciosas fontes de conhecimento que podem te ajudar a expandir seus conhecimentos e garantir uma boa nota no Enem 2022, visitas a museus, músicas, filmes e séries.  

Mas como estudar com material audiovisual? Separamos algumas dicas que com certeza o ajudarão nessa missão: 

  • faça resumos: após assistir ao filme, tente fazer um resumo destacando os principais pontos do enredo e dos personagens principais, comentando cada um desses pontos. É importante buscar um paralelo entre esses elementos e os conteúdos estudados; 
  • troque informações com um amigo: conversar sobre o filme com alguém que também tenha assistido pode ser uma excelente oportunidade para notar pontos importantes que possam ter passado despercebidos; 
  • tente estabelecer relações entre o filme e o mundo ao redor: parar para entender as relações da obra com fatos históricos, com aspectos da contemporaneidade, com questões sociológicas ou filosóficas.

Dessa forma, você pode (e deve!) inserir na sua rotina semanal de estudos um tempo dedicado para assistir a bons filmes e séries indicados para o Enem. É importante saber que filmes bons para o Enem são aqueles que tratam de questões históricas ou geopolíticas, também podem ser documentários ou até mesmo séries que suscitam uma reflexão a respeito dos mais diversos dilemas humanos. 

Para que você já possa iniciar os seus estudos com esse tipo de material, elaboramos uma lista com 8 obras muito bem-feitas e com temáticas que costumam estar na prova do Enem. Vai perder essa? Então, continue a leitura! 

Filmes para usar na redação 

Para começar, precisamos destacar que a lista de obras audiovisual que construímos está imperdível! Então, prepare a pipoca e confira, a seguir, uma lista especial de filmes indicados para o Enem e mais alguns bônus de séries e documentários muito interessantes que também podem o ajudar. 

  1. Às Cegas – 2018 (Filme) 
    Em uma sociedade distópica, algo misterioso e inexplicável começa a acontecer e as pessoas passam a cometer suicídio. Apenas aqueles que seguem algumas regras e possuem disciplina suficiente conseguem sobreviver. O filme é baseado no livro “Caixa dos Pássaros”, romance pós-apocalíptico escrito por Josh Malerman. Dirigido por Susanne Bier e estrelado por Sandra Bullock, esse drama e thriller psicológico explora questões como a essência do medo em um mundo tomado pela insanidade.
  2. A onda – 2008 (Filme)
    Um professor de história do Ensino Médio precisa ensinar para seus alunos o que é uma autocracia. A princípio a classe mostra certo desinteresse pelo tema, então ele decide demonstrar na prática o significado de autocracia. Para isso, resolve realizar um experimento e pede que seus alunos desenvolvam sua própria autocracia, porém as coisas saem do controle da escola e um regime fascista emerge entre os alunos. O filme é baseado em fatos reais: um professor estadunidense chamado Ron Jones propôs esse experimento em 1967 para seus alunos e o experimento foi denominado “A terceira onda”.  
  3. Apocalipse Now – 1979 (Filme) 
    O clássico filme, de 1979, explora questões como o esforço para manter a lucidez em meio a um contexto nefasto como uma guerra. Ambientado durante a guerra do Vietnã, a narrativa é centrada na trajetória de um soldado norte-americano desde sua chegada à guerra até sua perda total de lucidez após presenciar todos os horrores depois de anos de conflitos sangrentos. Desde seu lançamento até os dias de hoje, o vencedor da “Palma de Ouro” no festival de Cannes e do “Oscar de Melhor filme” foi considerado “culturalmente, historicamente ou esteticamente significante” e foi muito aclamado pela crítica por seus temas filosóficos e por seu efeito cultural na sociedade. 
  4. Guerras do Brasil.doc – 2019 (Série) 
    A série documental, de 2018, expõe detalhadamente os conflitos que aconteceram no Brasil desde sua colonização e os desdobramentos desses conflitos até os dias de hoje. Cada um dos episódios desenvolve minuciosamente a história de importantes momentos históricos do nosso país, como a Guerra do Paraguai e a Revolução de 1930.
  5. Cowspiracy – 2014 (Documentário) 
    Sustentabilidade, ética e impactos no meio ambiente são temas recorrentes na prova do Enem e nos mais diversos vestibulares. Assim, o documentário em questão pode ser uma excelente fonte de informação para que você se aprofunde nessas questões. A produção cinematográfica, por meio de entrevistas com cientistas das mais diversas áreas, discute os impactos da agropecuária no mundo contemporâneo e como essa atividade está contribuindo significativamente para o agravamento do aquecimento global.  
  6. Merlí – 2017 (Série) 
    Filosofia é uma das matérias exigidas na prova do Enem. Por essa razão, essa série catalã de 3 temporadas pode ser muito importante para aprender e se aprofundar no pensamento das mais diversas escolas filosóficas. A série retrata em paralelo os dilemas da vida de um professor de filosofia e seus métodos de ensino, que são considerados por todos, não tão tradicionais assim. Essa produção explora a cada episódio o pensamento de diferentes filósofos como Sócrates, Schopenhauer, Nietzsche e Aristóteles. Os pensamentos mais complexos desses filósofos são transmitidos de forma clara e direta com muito didatismo pelo personagem principal que tem por objetivo principal formar alunos com pensamento crítico e autonomia intelectual. 
  7. A 13ª Emenda – 2016 (Documentário) 
    O documentário problematiza uma das emendas da constituição norte-americana que abre margem para a manutenção da escravidão de afro-americanos dentro de penitenciárias. A questão do racismo estrutural é desenvolvida de forma detalhada de modo que é possível encontrar diversos pontos de contato entre o racismo estrutural estadunidense e o brasileiro, sobretudo com relação ao perfil da população carcerária em nosso país.  
  8. Explicando – 2018 (Documentário)
    A série documental da Netflix condensa muitas informações relevantes em episódios curtos. Os mais diversos temas são abordados, cada um em um episódio. De temas atuais, como a “Crise Global da água”, até questões debatidas desde as eras mais remotas com o “Tempo”. A série desenvolve esses temas de forma direta, com uma linguagem simples e dinâmica. 

A nossa expectativa é que essas indicações de filmes ajudem você a ganhar um bom repertório sociocultural que contribua não só para a escrita da redação da prova do Enem 2022 como também amplie seus horizontes. Pode acreditar, em algum momento, você perceberá que valeu a pena ter assistido a essas obras do audiovisual. 

Curtiu esse conteúdo? Se sim, compartilhe com seus colegas e acompanhe os próximos textos do nosso blog! 

Até mais! 

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Fuvest 2023 — Tudo sobre o vestibular da USP

Em 1976, a Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) foi criada a fim de garantir o ingresso na Universidade de São Paulo (USP). Antes disso, a admissão era feita por entidades autônomas formadas por docentes da USP e de outras instituições de ensino superior. 

Hoje, a Fuvest não é a única maneira de você atravessar as portas dessa universidade, há em média 2.000 vagas reservadas todos os anos para as quais podem concorrer estudantes de todo Brasil que prestarem o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e se inscreverem pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). 

Para ingresso na USP, é necessário compreender cada detalhe da avaliação aplicada pela Fuvest com intuito de selecionar os melhores candidatos para ocuparem as vagas que estarão disponíveis em 2023. Assim, ter domínio das suas fases e estudar todas as obras da lista de livros Fuvest 2023 são dois pontos fundamentais para conquistar a aprovação tão almejada. 

A boa notícia é que este texto irá o ajudar exatamente na tarefa de entender tudo que precisa sobre a Fuvest 2023. Por esse motivo, pegue lápis e papel para anotar os aspectos mais importantes sobre o vestibular da USP!  

Como funciona o vestibular da Fuvest? 

A Fuvest 2023 funcionará de maneira semelhante a outros vestibulares. Ela possui primeira e segunda fases, algo que abordaremos de maneira mais aprofundada mais adiante, mas podemos adiantar que por existirem esses dois momentos, torna-se imprescindível muita organização e foco para que o estudante consiga avanços no processo seletivo de ingresso na USP

Para começo de conversa, você só fará a segunda fase caso seja classificado na primeira. Apesar disso, não significa que os estudos dessa etapa deverão se restringir ao período pós-divulgação dos aprovados. O seu planejamento para treinar necessita estar pronto logo depois de da primeira fase e é importante garantir um estudo antecipado do estilo de prova da segunda fase para ter mais tempo de melhorar o seu desempenho. 

Após a realização da primeira fase será divulgada uma lista com os mais bem colocados, nela haverá um número de classificados para a segunda fase correspondente a 4 vezes o número de vagas da carreira escolhida dentro da sua modalidade de concorrência. Importante deixar claro que quem obtiver menos de 30% de acertos na prova da primeira fase será eliminado. Isso significa que com menos que 27 acertos o processo seletivo se encerrará para você.  

Depois de realizar a segunda fase é aguardar a publicação dos aprovados e consultar novamente o manual do candidato no site da Fuvest, nele haverá as informações sobre matrícula e as instruções complementares para que ela seja efetivada. Uma dica: se você não for convocado nas 3 primeiras chamadas, não desista, demonstre interesse na lista de espera para as próximas chamadas e fique atento para não perder os prazos. 

Quer saber mais sobre as fases da Fuvest 2023? Então, segue a leitura que para não perder nada sobre isso. Vamos lá! 

Como são as fases do vestibular da Fuvest? 

1ª fase 

No primeiro momento da Fuvest 2023, teremos uma avaliação com 90 questões objetivas de múltipla escolha com cinco itens cada, havendo apenas uma opção correta. Esse número é dividido nas áreas do conhecimento estudadas durante o ensino médio: 

  • Biologia; 
  • Química; 
  • Física; 
  • Matemática; 
  • Português e Literatura; 
  • Inglês; 
  • História;
  • Geografia. 

2ª fase 

Na segunda fase, teremos uma prova dividida em dois dias. No primeiro dia, haverá 10 questões discursivas de português (interpretação de texto, literatura e gramática) e uma redação, a pontuação é distribuída igualmente entre as perguntas e a produção de texto.  

No segundo dia, haverá 12 questões discursivas de áreas do conhecimento relacionadas ao curso escolhido por você. Para conhecer exatamente o que será cobrado, o manual do candidato deve ser consultado. Mas já podemos adiantar que as questões podem ser divididas em duas, três ou quatro disciplinas. Dessa forma, teremos: 

  • 2 disciplinas: 6 questões em cada;  
  • 3 disciplinas: 4 questões em cada; 
  • 4 disciplinas: 3 questões em cada. 

Além disso, os cursos que têm prova de habilidades específicas na segunda fase são: 

  • Artes Cênicas; 
  • Artes Visuais; 
  • Música. 

Agora que você já tem uma noção de como são as fases do vestibular da Fuvest, precisa começar a se organizar para a leitura das obras obrigatórias, uma vez que as questões de português das duas fases se relacionam a esses livros. Se o seu objetivo é se destacar e estar muito preparado para o dia das avaliações, venha com a gente para o próximo tópico! 

Quais são as obras literárias para o vestibular da Fuvest 2023? 

Algo que você já sabe é que o ingresso na USP depende de planejamento, estudo e dedicação, porém o resultado não será o esperado se as obras literárias obrigatórias foram esquecidas na hora dos estudos. Desse modo, é muito significativo consultar a lista de livros Fuvest 2023 e separá-las para leitura ao longo do ano, não caia na cilada de acreditar que resumos e/ou resenhas encontrados na internet serão suficientes para atingir o melhor desempenho nos dias de prova. Não vacila, viu!? 

Para a Fuvest 2023, será mantida a mesma lista da Fuvest 2022. 

  • Poemas Escolhidos, de Gregório de Matos. 
  • Quincas Borba, de Machado de Assis. 
  • Alguma poesia, de Carlos Drummond de Andrade. 
  • Angústia, de Graciliano Ramos. 
  • Mensagem, de Fernando Pessoa.
  • Terra Sonâmbula, de Mia Couto.
  • Campo Geral, de Guimarães Rosa.
  • Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles. 
  • Nove Noites, de Bernardo Carvalho. 

Não se assuste com o número de obras da lista de livros Fuvest 2023, há alguns que possuem uma escrita mais fácil de entender e isso o ajudará a conseguir estudá-los até o dia das provas. Como dica, indicamos que sejam estudados de 2 a 3 livros por mês, pesquise sobre a densidade de cada leitura para começar pelo livro que demandará mais tempo e não se preocupe caso se prolongue a leitura e o estudo avance de maneira mais lenta, você pode intercalar com um livro de escrita mais fluida a fim de facilitar o hábito de ler todos os dias.  

Esperamos que não tenham restado dúvidas e que você esteja mais seguro para seguir estudando. Volte para ler outros textos aqui no Blog Anglo, temos certeza de que encontrará dicas preciosas para esse momento de preparação para o vestibular! 

Até mais! 

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